Eu tenho que pedir licença pro meu colega de blog, mas hoje eu tenho que escrever sobre ele. O cara mais sem-noção, engraçado, idiota… o gênio do basquete Hanamichi Sakuragi. Ai, gente. Acabei de ler o último volume do mangá Slam Dunk.

Quando foi lançado no Japão, há 17 anos, eram poucos os mangás sobre basquete. Quando Takehiko Inoue lançou a série Slam Dunk, o esporte estava em um processo de popularização na terra do sol nascente. Tanto que o país começou a sediar jogos de ligas internacionais e, se eu não me engano, recebeu times da NBA. Ou seja, Slam Dunk foi um sucesso em pouco tempo.
Enfim, a partir daí tem uma história de superação, recheada com comédia e muita energia. Impossível não gostar de Slam Dunk. Os outros personagens da trama tem, em um momento ou outro, destaque na história. Por isso, você fica ainda mais fascinado com o time do Shohoku. Todos os jogadores constroem juntos uma trilha que os guia para o sucesso, com a disputa do título nacional.
Para evitar spoilers, vou encerrar. O mangá foi bem produzido do início ao fim. Tanto que no ano passado, a Agência de Assuntos Culturais do Japão – um orgão do Ministério da Educação japonês – divulgou o resultado da pesquisa popular, que elegeu Slam Dunk como o melhor mangá já lançado no país.
Ai, ai… É por isso que eu não vejo o fim e nem leio os últimos volumes dos mangás. Dá uma dorzinha no coração saber que não vai ter mais história. Imaginar o que aconteceu com aquele personagem que você ficou anos acompanhando. Mas no caso de Slam Dunk, foi bem menos traumático do que em Shaman King. Mas daí já é história pra outro post.
Pronto. Desabafei. Voltamos à nossa programação normal.



Não é a toa que Slam Dunk é o mangá mas querido do Japão, apesar de ter acabado a mais de um ano, não me canso de lê-lo, principalmente a edição 23, que para mim é a mais engraçada de todas
Por: Familia em 23 Fevereiro, 2009
às 5:26 pm