Publicado por: sbc1 | 27 janeiro, 2009

Ame sua mente

DOIS TEXTOS MEUS EM OUTRO BLOG QUE PARTICIPO. PEQUENAS MODIFICAÇÕES E COM A INCLUSÃO DE UMA MÚSICA, JÁ QUE ESTE É UM BLOG PRA ISSO.

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E a tortura está começando. Não que tenha parado, mas essa época é o auge do martírio. Todo começo de ano é uma falação sobre pessoas desconhecidas e que rapidamente viram “celebridades”. É toda uma especulação que escancara a péssima qualidade da programação da tv brasileira.

No Brasil, as emissoras estão nas mãos de poucos. São verdadeiros latifúndios. E não há uma discussão sobre a qualidade da programação. É tudo enfiado goela a baixo nos telespectadores. Criou-se a cultura de controle remoto.
Se o programa é ruim, você que mude de canal porque as emissoras não estão nem um pouco preocupadas em satisfazer a população que não está em acordo com a programação.
Eles só querem altos índices no IBOPE e um bom faturamento com as propagandas.

Em outros países isso é diferente. Quem quer comprar o espaço informativo tem que mandar toda a possível programação que vai passar durante o período de concessão.
Essa programação é seriamente discutida para se ter um bom proveito tanto de quem vai assistir quanto de quem vai faturar com ela. Mas ainda assim há espaço para surgir aberrações, como o tal programa que estreia hoje. Mas isso é a parte dos que faturam.

Espero que esse espaço possa ser um lugar em que possamos discutir um pouco sobre a atual programação televisiva brasileira.
A intenção, pelo menos a minha, é dar voz a quem não tem e não ter, só eu, uma voz que destoa das outras.
MÚSICA!
Essa música tem quase 25 anos, mas continua atual.
Fala um pouco da péssima qualidade da tv,
e também da péssima qualidade de quem assiste.

 

 

Download: Aqui!

Televisão (1985)

 

Marcelo Fromer / Tony Bellotto / Arnaldo Antunes

 

A televisão me deixou burro, muito burro demais 
Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais 
O sorvete me deixou gripado pelo resto da vida 
E agora toda noite quando deito é boa noite, querida. 
Ô cride, fala pra mãe 
Que eu nunca li num livro que um espirro fosse um vírus sem cura 
Vê se me entende pelo menos uma vez, criatura! 
Ô cride, fala pra mãe ! 
A mãe diz pra eu fazer alguma coisa mas eu não faço nada 
A luz do sol me incomoda, então deixo a cortina fechada 
É que a televisão me deixou burro, muito burro demais 
E agora eu vivo dentro dessa jaula junto dos animais. 
Ô cride, fala pra mãe 
Que tudo que a antena captar meu coração captura 
Vê se me entende pelo menos uma vez, criatura! 
Ô cride, fala pra mãe!

 

PENSEM E APROVEITEM!

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