Publicado por: Lílian. | 25 maio, 2009

Meu umbigo

Eu fico bem pior do que isso

Eu fico bem pior do que isso

EU…

Sei que ninguém me perguntou, mas…

Eu odeio telefone. Se você pensar bem, é um meio de comunicação bem inconveniente. Quando preciso ligar, eu sempre tenho a sensação de que estou atrapalhando. E quando me ligam, eu não estou a fim de atender. Porque eu odeio telefone. Aqui em casa nós só usamos pro essencial. Apesar do meu pai dizer que às vezes eu ligo demais. Eu só ligo pra poucas pessoas: minha família (pai, mãe, irmã) e pro Sérgio (que não deixa de ser família, né?)

EU…

Amo café. Hoje, quando eu estava trabalhando fora, parei em uma cafeteria e pedi um café vienense. Quando eu senti o gosto do café, eu fui pro céu. E semana passada eu encerrei a correria do cotidiano com um café verdetto (com licor de menta). Não fosse eu ter queimado a língua, tava tudo ótimo. Quer ser meu amigo, me convide pra tomar café. E eu sou exigente. [Ah, eu não aceito convite de desconhecidos. Às vezes, nem de conhecidos.]

EU…

Tenho um sério problema com vendedores. Entrei na livraria semana passada pra relaxar, ver uns livros, ver se finalmente eu me interessaria por alguma coisa. Mas eu não consegui. Os vendedores da leitura são extremamente chatos. Quer dizer:

“Oi, tá precisando de ajuda?”

“Não, obrigada”

“Qualquer coisa é só chamar. Fica à vontade.”

Ao fim desse diálogo, como seria bom se as pessoas se afastassem e eu realmente pudesse ficar à vontade. Mas em alguns lugares isso é impossível. Como é que eu vou ficar à vontade pra escolher alguma coisa se eu sinto o bafo do vendedor no meu pescoço? Por isso eu só vou em lugares em que eu não posso ser incomodada ou então eu uso meus fones de ouvido como proteção. Ah, muita gente faz isso, vai.

EU…

Não me enturmo facilmente. Antigamente eu achava que eu era o problema. Agora eu vejo que ninguém tem problema. Eu simplesmente não me dou com as pessoas. Pronto. Ninguém é obrigado a gostar de mim e eu não sou obrigada a gostar de ninguém. Simples assim. Por isso eu odiei quando li coisas do tipo “só pode participar quem nós conhecemos pessoalmente”. Eu não saio para ver desconhecidos. É bem complicado isso. E quando, por exemplo, eu viajo com pessoas que eu conheço, mas com quem eu não tenho intimidade, eu sofro pra kct. E não vou a festas. Só de família. As festas em que eu compareci por fazer parte de um certo grupo de pessoas não foram muito boas. Só não foram piores porque eu ainda tenho a capacidade de fazer amigos. E me dedico a eles.

EU…

Só faço o que eu gosto de fazer. Quero dizer, quando eu me apaixono por alguma coisa, entrego minha vida e dou o melhor de mim. Mas se eu não gosto, logo largo. Qual é o sentido de se esforçar para fazer o que não gosta? Reconhecimento, diriam uns. Não, eu passo. Preciso estar bem comigo. E prefiro que não me reconheçam quando faço o que eu gosto do que ralar em alguma coisa que não me dá prazer, pra ouvir elogios que, no fim, soariam vazios.

Não sei.

Não gosto de pensar que as pessoas têm expectativas em relação a mim. Até porque são elas que criam expectativas e eu não tenho nada a ver com isso. E às vezes eu acho que algumas pessoas querem algo de mim, quando na verdade elas nem sabem que eu existo. Again. É assim com todo mundo. Pelo menos eu creio que seja.

Blá-blá-blá.

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