Quando eu era criança, sempre ficava com expectativa durante essas épocas festivas (Natal, Dia das Crianças, aniversário), imaginando quais seriam os presentes que eu iria ganhar e qual seria o melhor.
Só que quando eu abria os presente e descobria que não era um brinquedo, eu simplesmente ficava decepcionado, principalmente quando eram roupas. Eu sempre gostei mais de ganhar brinquedos do que outras coisas.
Então fica a dica para quem for presentear uma criança nesse Dia das Crianças e nas próximas datas. Dêem brinquedos!
Não sei o que é direito
Só vejo preconceito
E a sua roupa nova
É só uma roupa nova
Você não tem idéias
Pra acompanhar a moda
Tratando as meninas
Como se fossem lixo
Ou então espécie rara
Só a você pertence
Ou então espécie rara
Que você não respeita
Ou então espécie rara
Que é só um objeto
Pra usar e jogar fora
Depois de ter prazer.
Você é tão moderno
Se acha tão moderno
Mas é igual a seus pais
É só questão de idade
Passando dessa fase
Tanto fez e tanto faz.
Você com as suas drogas
E as suas teorias
E a sua rebeldia
E a sua solidão
Vive com seus excessos
Mas não tem mais dinheiro
Pra comprar outra fuga
Sair de casa então
Então é outra festa
É outra sexta-feira
Que se dane o futuro
Você tem a vida inteira
Você é tão esperto
Você está tão certo
Mas você nunca dançou
Com ódio de verdade.
Você é tão esperto
Você está tão certo
Que você nunca vai errar
Mas a vida deixa marcas
Tenha cuidado
Se um dia você dançar.
Nós somos tão modernos
Só não somos sinceros
Nos escondemos mais e mais
É só questão de idade
Passando dessa fase
Tanto fez e tanto faz.
Se você vier me perguntar por onde andei, eu lhe digo: andava pelas ruas de Goiânia com a Lílian.
O ano era 2006. Um ano que não choveu. Em minha memória, os dias tinham céu azul, sol forte e nenhuma nuvem no céu e eu indo buscar a Lílian no inglês que ficava no Centro.
Ouvíamos a música “À Palo Seco” do Belchior (na voz do Los Hermanos) e quando a gente cantava, substituíamos 73 por 2006.
A gente andava sem lenço e sem documento pelas ruas do centro de Goiânia e nos ônibus do Eixo Anhanguera. Íamos a todos os lugares, nos divertíamos bastante no Mutirama e no Parque Botafogo. Tomávamos sorvete, comíamos bolachas Mabel, mas sempre com essa música na cabeça.
Eixo Anhanguera
Todas essas experiências dessa época são ilustradas essa música do Belchior. E todas essas experiências foram importantíssimas para a consolidação do nosso namoro.
Parque Mutirama
É por isso que eu afirmo: 2006 foi o melhor ano de nossas vidas!
É muita pretensão nossa pensar que apenas escrevendo isso iremos mudar alguma coisa. Não conseguimos nem pleitear uma programação decente na tv.
Ir às ruas protestar, xingar, ou simplesmente ficarmos quietos com cara de insatisfação seria bem mais oportuno. Mas eu acho que uma geração tão “inteligente” e moderna desaprendeu a fazer o mais simples: abrir uma porta e sair pra rua demonstrar a sua indiganção.
Preferimos escrever palavras de protesto pra impressionar alguns bobos, em lugares onde esses dinossauros políticos nem conhecem e nunca ouvirão falar.
Os caras-pintadas estão com as caras pintadas de novo. Pintadas com o vermelho da vergonha!
Sweet Sorrow: Kim Youngwoo, In Hojin, Song Woojin e Sung Jinhwan
Hoje eu resolvi postar um texto sobre K-Pop, porque eu achei que seria desperdício jogar fora. Conheçam a banda Sweet Sorrow, da Coreia do Sul (adorava quando Coreia tinha acento… T-T)
O Sweet Sorrow consiste em um quarteto formado por In Hojin, Song Woojin, Kim Youngwoo e Sung Jinhwan.
O nome do grupo, “Sweet Sorrow” vem da obra “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. Eles escolheram esse nome durante um período de dificuldades que eles enfrentaram em 2002.
Os quatro se conheceram no Glee Club, o coral masculindo da Universidade de Yonsei. In, o mais velho e líder do grupo, explicou como o Sweet Sorrow foi formado: “O Glee Club tinha dois concertos todo ano, no verão e no inverno. Oito membros do coral formaram um grupo à capella para tentar alguma coisa nova nos concertos e fizeram músicas que conquistaram boas reações do público. Mais tarde, só sobraram quatro de nós”.
O ponto decisivo como músicos profissionais veio quando eles venceram a Competição Musical Yoo Jae-ha, em 2004. Eles receberam o primeiro prêmio com a música “Sweet Sorrow” e foram contratados por várias agências. Finalmente, o Sweet Sorrow assingou um contrato com a Mezoo Cultures e lançou seu primeiro álbum, “Sweet Sorrow”, em novembro de 2005.
O primeiro álbum do grupo não fez muito sucesso. Mais tarde, eles trabalharam nas trilhas sonoras dos dramas “Alone in Love” (2006) e “War of Money” (2007), alcançando a fama. Ainda em 2007, eles fizeram parte do “Showvival,” uma versão coreana do “American Idol”, que foi ao ar no canal MBC. O Sweet Sorrow ganhou popularidade imediatamente pelo arranjo que fizeram de grandes sucessos e venceram a segunda temporada do programa.
Eles lançaram o segundo álbum, “SweeticS” em março de 2008, mostrando o encanto deles através de músicas originais. Eles compuseram todas as músicas do álbum, mantendo os seus princípios.
“Esse álbum é um arquivo do que o Sweet Sorrow tem aprendido até agora“, afirmou Kim. No site do grupo, (www.sweetsorrow.co.kr), os visitantes podiam “assistir aulas” dos quatro professores através de clipes.
Como eles eram mais reconhecidos pelas trilhas sonoras ou pelo “Showvival”, esse álbum é importante para o grupo. “Nós temos que satisfazer aqueles que só conhecem o Sweet Sorrow pelo ‘Showvival’ e também mostrar a eles no que nós trabalhamos”, declarou Kim.
O grupo trabalha em outros campos como atores e comediantes em shows de variedades.
Songs
No dia 12 de março de 2009, depois de uma pausa de seis meses, o Sweet Sorrow retornou ao cenário musical sul-coreano com o volume 2.5, ‘Songs’.
Todos os 4 membros participaram na produção, incluindo arranjos, composição de letras e direção dos vocais do álbum. Com um total de 12 faixas, o álbum é composto de vários gêneros musicais.
Neste álbum destacam-se as faixas solos, em que cada um dos membros teve a oportunidade de mostrar as características dos seus vocais individualmente.
Download:
스윗 소로우 (Sweet Sorrow) ★ 2.5집 – Songs
Gênero: Pop / Balada
Gravadora: Mnet Media
01 노래야
02 So Cool
03 그대에게 하는 말 (Message Left For You)
04 아픈 만큼 자라요 (Solo. 인호진)
05 사랑이란
06 GRB 080913 (Feat. 연진) (Solo. 성진환)
07 악몽 (Solo. 송우진)
08 거북이라도 (Solo. 김영우)
09 You (대단한 우연)
10 다시 겨울
11 사랑 같은 건
12 간지럽게
Kim Youngwoo (김영우) – Barítono e Segundo tenor
Instrumentos: Piano, violão
In Hojin (인호진) – Segundo Tenor, Agudo
Instrumentos: Piano, Violão
Song Woojin (송우진) – Barítono e Baixo
Instrumentos: Baixo, Piano, Violão
Sung Jinhwan (성진환) – Tenor
Instrumentos: Bateria, violão, piano
VÍDEOS
Sweet Sorrow:
I Love
Simple Life
You [eu adoro esse]
Sweet Sorrow cantando o BG de Mario
Espero que vocês gostem. Geralmente, é muito fácil achar coisas do Kpop relacionadas ao DBSK, Super Junior, SNSD etc, etc… Como disseram em algum lugar por aí, o Sweet Sorrow precisa de mais amor! hahahah!
Eu odeio telefone. Se você pensar bem, é um meio de comunicação bem inconveniente. Quando preciso ligar, eu sempre tenho a sensação de que estou atrapalhando. E quando me ligam, eu não estou a fim de atender. Porque eu odeio telefone. Aqui em casa nós só usamos pro essencial. Apesar do meu pai dizer que às vezes eu ligo demais. Eu só ligo pra poucas pessoas: minha família (pai, mãe, irmã) e pro Sérgio (que não deixa de ser família, né?)
EU…
Amo café. Hoje, quando eu estava trabalhando fora, parei em uma cafeteria e pedi um café vienense. Quando eu senti o gosto do café, eu fui pro céu. E semana passada eu encerrei a correria do cotidiano com um café verdetto (com licor de menta). Não fosse eu ter queimado a língua, tava tudo ótimo. Quer ser meu amigo, me convide pra tomar café. E eu sou exigente. [Ah, eu não aceito convite de desconhecidos. Às vezes, nem de conhecidos.]
EU…
Tenho um sério problema com vendedores. Entrei na livraria semana passada pra relaxar, ver uns livros, ver se finalmente eu me interessaria por alguma coisa. Mas eu não consegui. Os vendedores da leitura são extremamente chatos. Quer dizer:
“Oi, tá precisando de ajuda?”
“Não, obrigada”
“Qualquer coisa é só chamar. Fica à vontade.”
Ao fim desse diálogo, como seria bom se as pessoas se afastassem e eu realmente pudesse ficar à vontade. Mas em alguns lugares isso é impossível. Como é que eu vou ficar à vontade pra escolher alguma coisa se eu sinto o bafo do vendedor no meu pescoço? Por isso eu só vou em lugares em que eu não posso ser incomodada ou então eu uso meus fones de ouvido como proteção. Ah, muita gente faz isso, vai.
EU…
Não me enturmo facilmente. Antigamente eu achava que eu era o problema. Agora eu vejo que ninguém tem problema. Eu simplesmente não me dou com as pessoas. Pronto. Ninguém é obrigado a gostar de mim e eu não sou obrigada a gostar de ninguém. Simples assim. Por isso eu odiei quando li coisas do tipo “só pode participar quem nós conhecemos pessoalmente”. Eu não saio para ver desconhecidos. É bem complicado isso. E quando, por exemplo, eu viajo com pessoas que eu conheço, mas com quem eu não tenho intimidade, eu sofro pra kct. E não vou a festas. Só de família. As festas em que eu compareci por fazer parte de um certo grupo de pessoas não foram muito boas. Só não foram piores porque eu ainda tenho a capacidade de fazer amigos. E me dedico a eles.
EU…
Só faço o que eu gosto de fazer. Quero dizer, quando eu me apaixono por alguma coisa, entrego minha vida e dou o melhor de mim. Mas se eu não gosto, logo largo. Qual é o sentido de se esforçar para fazer o que não gosta? Reconhecimento, diriam uns. Não, eu passo. Preciso estar bem comigo. E prefiro que não me reconheçam quando faço o que eu gosto do que ralar em alguma coisa que não me dá prazer, pra ouvir elogios que, no fim, soariam vazios.
Não sei.
Não gosto de pensar que as pessoas têm expectativas em relação a mim. Até porque são elas que criam expectativas e eu não tenho nada a ver com isso. E às vezes eu acho que algumas pessoas querem algo de mim, quando na verdade elas nem sabem que eu existo. Again. É assim com todo mundo. Pelo menos eu creio que seja.