Destinos que se cruzam…
Publicado em Auto-promoção, Blá blá blá, Inutilidade Pública | Tags:AC/DC, Adilson Batista, capitão do grêmio libertadores 95, Cruzeiro, Final da Libertadores, futebol, Futebol e música, Grêmio, Libertadores 2009, Paulo Autuori, São Paulo Futebol Clube, técnico do cruzeiro libertadores 97, Tri campeões da Libertadores
Aprenda a tocar guitarra em apenas 90 segundos!
Um vídeo incrível para quem quer aprender guitarra. Um novo jeito emocionante e diferente de aprender a tocar a guitarra.
E aí? O que acharam? Veja também os outros vídeos dos caras. São muito bons. E visitem o site também! http://douglasmenezes.com/loscabrones.com.br/
APROVEITEM!
Publicado em Curiosidade, Música | Tags:Aprenda a tocar guitarra, garota vegetariana, los cabrones de sevilla, vegetarianos
Sobre as Sombras
Clipe do meu irmão, que demorou mais de um ano pra ficar pronto.
Começou com uma foto do Bush e terminou com a do Obama.
Uma música muito boa. Mas não é a minha favorita. hehe É a segunda melhor.
Vale a pena ver e ouvir. Esse clipe infringe muitos direitos autorais. Então aproveitem enquanto está no ar.
Sobre as sombras
Nenhuma sombra é
suficiente
Contra o calor
Latente.
Sem sombra sobra
Sol
Com sobras sobram
Sombras.
Sobram pensamentos
E não
V a z i o s!
Pensa mente!
Busca sentidos!
Sombra é sorte:
Ter um lugar à sombra.
Sombra é abrigo,
Sobra consigo
O Sol.
Juliano Berquó
Blog do autor: http://oversolanoverso.blogspot.com/
His MySpace: http://www.myspace.com/julianoberquo
APROVEITEM!
Publicado em Auto-promoção, Música, Preguiça-mor | Tags:rock, legião urbana, sobre as sombras, juliano berquó, engenheiros do hawaii, salvador dali, megan fox, jean paul sartre, che guevara, milton santos, por uma outra globalização, nasa, natgeo, berlin wall, great wall, muros e grades, fcengrio, será
[K-pop] Sweet Sorrow
Sweet Sorrow – Pop/Balada

Sweet Sorrow: Kim Youngwoo, In Hojin, Song Woojin e Sung Jinhwan
Hoje eu resolvi postar um texto sobre K-Pop, porque eu achei que seria desperdício jogar fora. Conheçam a banda Sweet Sorrow, da Coreia do Sul (adorava quando Coreia tinha acento… T-T)
O Sweet Sorrow consiste em um quarteto formado por In Hojin, Song Woojin, Kim Youngwoo e Sung Jinhwan.
O nome do grupo, “Sweet Sorrow” vem da obra “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. Eles escolheram esse nome durante um período de dificuldades que eles enfrentaram em 2002.
Os quatro se conheceram no Glee Club, o coral masculindo da Universidade de Yonsei. In, o mais velho e líder do grupo, explicou como o Sweet Sorrow foi formado: “O Glee Club tinha dois concertos todo ano, no verão e no inverno. Oito membros do coral formaram um grupo à capella para tentar alguma coisa nova nos concertos e fizeram músicas que conquistaram boas reações do público. Mais tarde, só sobraram quatro de nós”.
O ponto decisivo como músicos profissionais veio quando eles venceram a Competição Musical Yoo Jae-ha, em 2004. Eles receberam o primeiro prêmio com a música “Sweet Sorrow” e foram contratados por várias agências. Finalmente, o Sweet Sorrow assingou um contrato com a Mezoo Cultures e lançou seu primeiro álbum, “Sweet Sorrow”, em novembro de 2005.
O primeiro álbum do grupo não fez muito sucesso. Mais tarde, eles trabalharam nas trilhas sonoras dos dramas “Alone in Love” (2006) e “War of Money” (2007), alcançando a fama. Ainda em 2007, eles fizeram parte do “Showvival,” uma versão coreana do “American Idol”, que foi ao ar no canal MBC. O Sweet Sorrow ganhou popularidade imediatamente pelo arranjo que fizeram de grandes sucessos e venceram a segunda temporada do programa.
Eles lançaram o segundo álbum, “SweeticS” em março de 2008, mostrando o encanto deles através de músicas originais. Eles compuseram todas as músicas do álbum, mantendo os seus princípios.
“Esse álbum é um arquivo do que o Sweet Sorrow tem aprendido até agora“, afirmou Kim. No site do grupo, (www.sweetsorrow.co.kr), os visitantes podiam “assistir aulas” dos quatro professores através de clipes.
Como eles eram mais reconhecidos pelas trilhas sonoras ou pelo “Showvival”, esse álbum é importante para o grupo. “Nós temos que satisfazer aqueles que só conhecem o Sweet Sorrow pelo ‘Showvival’ e também mostrar a eles no que nós trabalhamos”, declarou Kim.
O grupo trabalha em outros campos como atores e comediantes em shows de variedades.

Songs
No dia 12 de março de 2009, depois de uma pausa de seis meses, o Sweet Sorrow retornou ao cenário musical sul-coreano com o volume 2.5, ‘Songs’.
Todos os 4 membros participaram na produção, incluindo arranjos, composição de letras e direção dos vocais do álbum. Com um total de 12 faixas, o álbum é composto de vários gêneros musicais.
Neste álbum destacam-se as faixas solos, em que cada um dos membros teve a oportunidade de mostrar as características dos seus vocais individualmente.
Download:
스윗 소로우 (Sweet Sorrow) ★ 2.5집 – Songs
Gênero: Pop / Balada
Gravadora: Mnet Media
01 노래야
02 So Cool
03 그대에게 하는 말 (Message Left For You)
04 아픈 만큼 자라요 (Solo. 인호진)
05 사랑이란
06 GRB 080913 (Feat. 연진) (Solo. 성진환)
07 악몽 (Solo. 송우진)
08 거북이라도 (Solo. 김영우)
09 You (대단한 우연)
10 다시 겨울
11 사랑 같은 건
12 간지럽게
(57.09 MB @ 192kbps)
Download: Sendspace | Megaupload
MEMBROS

Kim Youngwoo (김영우) – Barítono e Segundo tenor
Instrumentos: Piano, violão

In Hojin (인호진) – Segundo Tenor, Agudo
Instrumentos: Piano, Violão

Song Woojin (송우진) – Barítono e Baixo
Instrumentos: Baixo, Piano, Violão

Sung Jinhwan (성진환) – Tenor
Instrumentos: Bateria, violão, piano
VÍDEOS
Sweet Sorrow:
I Love
Simple Life
You [eu adoro esse]
Sweet Sorrow cantando o BG de Mario
Espero que vocês gostem. Geralmente, é muito fácil achar coisas do Kpop relacionadas ao DBSK, Super Junior, SNSD etc, etc… Como disseram em algum lugar por aí, o Sweet Sorrow precisa de mais amor! hahahah!
Fontes: Soompi
Window Watcher
Buritan3
Ótimo blog, por sinal ^^
Publicado em Curiosidade, Música
Meu umbigo

Eu fico bem pior do que isso
EU…
Sei que ninguém me perguntou, mas…
Eu odeio telefone. Se você pensar bem, é um meio de comunicação bem inconveniente. Quando preciso ligar, eu sempre tenho a sensação de que estou atrapalhando. E quando me ligam, eu não estou a fim de atender. Porque eu odeio telefone. Aqui em casa nós só usamos pro essencial. Apesar do meu pai dizer que às vezes eu ligo demais. Eu só ligo pra poucas pessoas: minha família (pai, mãe, irmã) e pro Sérgio (que não deixa de ser família, né?)
EU…
Amo café. Hoje, quando eu estava trabalhando fora, parei em uma cafeteria e pedi um café vienense. Quando eu senti o gosto do café, eu fui pro céu. E semana passada eu encerrei a correria do cotidiano com um café verdetto (com licor de menta). Não fosse eu ter queimado a língua, tava tudo ótimo. Quer ser meu amigo, me convide pra tomar café. E eu sou exigente. [Ah, eu não aceito convite de desconhecidos. Às vezes, nem de conhecidos.]
EU…
Tenho um sério problema com vendedores. Entrei na livraria semana passada pra relaxar, ver uns livros, ver se finalmente eu me interessaria por alguma coisa. Mas eu não consegui. Os vendedores da leitura são extremamente chatos. Quer dizer:
“Oi, tá precisando de ajuda?”
“Não, obrigada”
“Qualquer coisa é só chamar. Fica à vontade.”
Ao fim desse diálogo, como seria bom se as pessoas se afastassem e eu realmente pudesse ficar à vontade. Mas em alguns lugares isso é impossível. Como é que eu vou ficar à vontade pra escolher alguma coisa se eu sinto o bafo do vendedor no meu pescoço? Por isso eu só vou em lugares em que eu não posso ser incomodada ou então eu uso meus fones de ouvido como proteção. Ah, muita gente faz isso, vai.
EU…
Não me enturmo facilmente. Antigamente eu achava que eu era o problema. Agora eu vejo que ninguém tem problema. Eu simplesmente não me dou com as pessoas. Pronto. Ninguém é obrigado a gostar de mim e eu não sou obrigada a gostar de ninguém. Simples assim. Por isso eu odiei quando li coisas do tipo “só pode participar quem nós conhecemos pessoalmente”. Eu não saio para ver desconhecidos. É bem complicado isso. E quando, por exemplo, eu viajo com pessoas que eu conheço, mas com quem eu não tenho intimidade, eu sofro pra kct. E não vou a festas. Só de família. As festas em que eu compareci por fazer parte de um certo grupo de pessoas não foram muito boas. Só não foram piores porque eu ainda tenho a capacidade de fazer amigos. E me dedico a eles.
EU…
Só faço o que eu gosto de fazer. Quero dizer, quando eu me apaixono por alguma coisa, entrego minha vida e dou o melhor de mim. Mas se eu não gosto, logo largo. Qual é o sentido de se esforçar para fazer o que não gosta? Reconhecimento, diriam uns. Não, eu passo. Preciso estar bem comigo. E prefiro que não me reconheçam quando faço o que eu gosto do que ralar em alguma coisa que não me dá prazer, pra ouvir elogios que, no fim, soariam vazios.
Não sei.
Não gosto de pensar que as pessoas têm expectativas em relação a mim. Até porque são elas que criam expectativas e eu não tenho nada a ver com isso. E às vezes eu acho que algumas pessoas querem algo de mim, quando na verdade elas nem sabem que eu existo. Again. É assim com todo mundo. Pelo menos eu creio que seja.
Blá-blá-blá.
Publicado em Blá blá blá, Inutilidade Pública, Preguiça-mor
Nova Infância
Ontem à noite estávamos indo para uma festa e passamos por 2 crianças que moram aqui no condomínio. O interessante é que uma estava pedalando tranquilamente, guiando a bicicleta. O outro estava em uma dessas minimotocicletas super barulhentas, pegando carona no esforço do garoto mais velho.
Daí eu penso: por quê um pai vai dar uma dessas motocicletas para seu filho? Além de serem incrivelmente barulhentas (e eu sou bem chata quando o assunto é barulho), a criança que ganhar este presente simplesmente não vai ter estímulos para se exercitar. E lembra aquelas propagandas em que o pai segura o filho na bicicleta, até que ele ganhe confiança e comece a pedalar por si só? Isso – embora não aconteça exatamente assim para todas as pessoas – não vai acontecer mais, de maneira alguma.
Fico pensando como vai ser quando nós formos pais. Será que vamos tentar manter distância dos nossos filhos?
Publicado em Blá blá blá
Sem Chuvas…
Aqui, no planalto central, dias de clima frio e seco.
E a ardência que esse clima provoca nos faz lacrimejar os olhos…
Meio como as pessoas que vivem nas (grandes) cidades com esse tipo de clima. Frias e secas.
Nos fazem chorar.
Mas um dia vem a chuva e os campos floridos nos fazem feliz outra vez.
E as pessoas que choraram vão todas se encontrar lá para serem felizes.
Nem que seja só um dia, ou uma tarde.
Mas serão felizes.
“Meu Deus!
Um minuto inteiro de felicidade!
Afinal, não basta isso para encher
a vida inteira de um homem?…”
Fiódor Dostoiévski
Agora a música:
Blind Melon é uma banda da era grunge dos EUA. Fez muito sucesso com essa música e principalmente com o clipe. Encerrou as atividades em 95, depois da morte, por overdose, de seu vocalista. Voltou a se reunir em 2006 com os mesmo integrantes e um novo vocalista.
blind melon - no rain
All I can say is that my life is pretty plain
I like watchin’ the puddles gather rain
And all I can do is just pour some tea for two
and speak my point of view
But it’s not sane, It’s not sane
I just want someone to say to me, oh oh oh oh
I’ll always be there when you wake
You know I’d like to keep my tears dry today
So stay with me and I’ll have it made
And I don’t understand why I sleep all day
And I start to complain that there’s no rain
And all I can do is read a book to stay awake
And it rips my life away, but it’s a great escape
escape……escape……escape……
All I can say is that my life is pretty plain
you don’t like my point of view
you think I’m insane
Its not sane……it’s not sane.
I just want someone to say to me, oh oh oh oh
I’ll always be there when you wake
You know I’d like to keep my cheeks dry today
So stay with me and I’ll have it made
and i’ll have it made, and i’ll have it made, and i’ll have itmade…
APROVEITEM!
Publicado em Música | Tags:blind melon, clipe da abelhinha, grunge, no rain
Há 2 anos
Nem todas as noites eram frias. Mas eu gosto de lembrar de quando fazia frio. Depois da aula, à noite, eu ia direto pro posto em frente à Praça Cívica. Tenho a a impressão de que já era íntima do atendente, porque toda semana eu e ele cumpríamos a mesma rotina.
Entrava na loja como quem não quer nada, em direção ao freezer e já ia de encontro à minha Heineken. Era uma boa companhia. Sempre. E eu só precivasa de uma para atingir o meu objetivo. Um hábito que eu não sei quando começou, mas que durou um bom tempo até perder a simplicidade.
Porque a intenção era: depois de um dia cheio – em que eu saia de casa às seis da manhã e só chegava às nove e tanto da noite – beber um pouco fazia meus ombros relaxarem instantaneamente. Era só isso. Eu precisava sentir esse relaxamento. E não tinha coisa melhor. Não precisava ficar bêbada, não tinha ansiedade nenhuma envolvida do tipo “Pqp, eu preciso beber”. Era só relaxar.
Quando eu perdi o ponto dessa simplicidade, eu senti que o sentido já não era mais o mesmo e tudo perdeu a graça. Quem ler deve achar que isso é uma puta de uma futilidade, mas é que isso tava aqui martelando na minha cabeça.
A imagem de sair à noite com uma garrafa na mão, sentindo os músculos relaxarem a cada gole. Era tudo tão simples. Não deve fazer muito sentido pra você, mas pra mim faz todo o sentido do mundo. E eu sinto saudade do tempo em que era tudo simples e gostoso.
q
Publicado em Auto-promoção, Blá blá blá, Inutilidade Pública, Pedantismo, Preguiça-mor
5 anos =)
Juntos desde 16.04.2004
Publicado em Auto-promoção
Muito barulho por nada
Depois de quase (ou mais?) de um mês sem internet, eu já estava me acostumando… Mesmo com todo o nosso cuidado pra que tudo desse certo no final, mudanças sempre trazem transtornos. Ficar sem internet foi o menor deles. =)
Enfim, hoje eu me lembrei de uma entrevista que assistir no Programa do Jô, há não sei quantos anos, sobre uma senhora que escreveu um livro que, se não me engano, tinha “Chutando o balde” no título. Eu lembro que na época eu fiquei com vergonha pela mulher, porque o Jô acabou com todos os argumentos dela quando perguntou se os motivos para que ela chutasse o balde não eram muito pequenos. Insignificantes. Eu sou que nem essa mulher: patéticaexplodo sem motivo.
Bem, hoje eu tive a brilhante idéia de passar no supermercado antes de ir para a academia. Impulsiva, eu sou. Então, quando fui ao leitor de códigos pra tirar uma dúvida sobre o preço de um dos meus pacotes, a porcaria do leitor não funcionava de jeito nenhum. Então uma moça se ofereceu pra me ajudar. Daí a máquina leu o preço. Eu estava nervosa. Agradeci. Mas surgiram uns seres atrás de mim rindo e falando “hahahahahaha. ela nem olhou pra cara da moça”, daí outra pessoa disse: “pfff. tá com vergonha”. Porra, mas me conhecem, hein? Bom, daí eu tentei de novo. De novo o leitor e eu não nos entendemos. Um rapaz quis me ajudar. Falei pra ele “Poxa, isso é incômodo”. E dá-lhe leitor que não lê.
Então peguei minhas coisas, agradeci o moço, e fui procurar um leitor no supermercado onde ninguém me incomodaria. Pra você sentir o nível do meu stress. Eu e o novo leitor nos entendemos super bem. E eu já nem tava mais querendo saber preço de nada, queria mais era ir embora dali. Incrível como bastaram palavras de gente que eu nem vi pra me deixarem brava. Me senti ofendida com uma coisa tão besta, fiquei desestabilizada até o momento em que eu paguei minhas coisas e fui embora.
Existe uma razão para eu nunca me separar dos meus fones. É poder ignorar as pessoas. Vou à uma loja, alguém se aproxima, eu começo a cantarolar a música, viro a cara, danço – se for preciso – pra mostrar que eu não estou a fim de conversar (não naquele momento). Eu sei. Eu não sou a pessoa mais simpática do mundo. Mas não estou concorrendo a um prêmio de Miss Simpatia. Então me deixa. =)
Não que isso tudo faça muito sentido.
E aí, blz?
Publicado em Música | Tags:besteira, bleh, descontrole emocional, retorno



